LINUX · LLM LOCAL · FERRAMENTAS
LOCAL AI CORE
Ambiente multiagente local que combina modelos executados na própria máquina, API, interface web, CLI e ferramentas com políticas de acesso.
01 — CONTEXTO
Problema
Assistentes de IA são úteis para código e operação, mas serviços externos nem sempre combinam com dados locais, controle de custo ou experimentos de infraestrutura. Rodar um modelo é apenas uma parte: ainda faltam contexto, ferramentas, permissões e uma forma confiável de operar tudo.
02 — SOLUÇÃO
O que construí
A plataforma liga uma interface web e uma CLI a uma API FastAPI, que roteia tarefas para agentes e modelos. O runtime principal usa llama.cpp com Vulkan, enquanto PostgreSQL com pgvector mantém conversas, tarefas e memória. Ferramentas seguem níveis de permissão e limites de caminho.
03 — FLUXO
Arquitetura
- 01Web ou CLI
- 02API FastAPI
- 03Router de tarefas
- 04Agente e ferramentas
- 05llama.cpp com GPU
- 06PostgreSQL + pgvector
04 — ENGENHARIA
Decisões de construção
- Usar llama.cpp com Vulkan porque o runtime foi validado na GPU AMD disponível.
- Separar agentes, ferramentas, modelos e políticas em arquivos de configuração legíveis.
- Exigir confirmação ou bloquear ações conforme o impacto, em vez de dar acesso irrestrito ao host.
05 — REALIDADE
Desafios
- Equilibrar qualidade, velocidade e uso de memória em uma GPU com recursos finitos.
- Enviar contexto suficiente para uma tarefa sem transformar cada requisição em uma cópia do projeto inteiro.
- Permitir automação útil mantendo comandos destrutivos e caminhos sensíveis fora de alcance.
06 — RESPONSABILIDADE
Segurança e limites
- Controle do host depende de habilitação explícita, allowlist de comandos e sandbox de caminhos.
- Chaves opcionais são armazenadas fora do código e nunca retornadas pela API.
- A interface é destinada ao loopback e não inclui autenticação para exposição pública.
07 — ESTADO REAL
Resultado atual
O ambiente funciona localmente no Fedora com aceleração por GPU, sobe por Docker Compose e oferece rotinas de healthcheck, troca de modelos e diagnóstico. Continua documentado como ambiente local de confiança, não como serviço público pronto.
08 — EVOLUÇÃO
O que aprendi
- O melhor runtime local é o que combina com o hardware e pode ser diagnosticado, não necessariamente o mais popular.
- Dar ferramentas a um agente exige políticas explícitas de permissão, caminho e impacto desde o primeiro protótipo.
09 — CONTINUIDADE
Próximos passos
- Adicionar testes automatizados para roteamento e políticas de ferramentas.
- Criar uma demonstração gravada que não dependa do download dos modelos.
- Versionar migrations e documentar um perfil opcional de autenticação local.